Com o “Plano da Tesoura” como marca registrada, o governador de Minas Gerais aposta na gestão técnica e na liberdade econômica para vencer a asfixia tributária de Brasília.
A corrida para o Planalto em 2026 oficialmente subiu de tom. Romeu Zema (Novo) traçou uma rota estratégica que prioriza os estados que mais produzem e, consequentemente, os que mais sofrem com a asfixia dos 27 novos impostos criados pela atual gestão federal. Para o Parlamento Brasil, a movimentação de Zema é uma tentativa clara de consolidar o voto útil da direita e do centro-direita que busca eficiência, desestatização e o fim do inchaço estatal.
Enquanto o governo federal amarga 51,4% de desaprovação, Zema utiliza o êxito de sua gestão em Minas para atrair governadores e lideranças do Sul e Sudeste. O objetivo é criar um “cinturão de liberdade” que resista às investidas de Brasília contra a autonomia dos estados. Para as Alicerçadas e para o setor produtivo, a proposta de Zema é o antídoto técnico para o déficit recorde que hoje assombra o país.
| Eixo Estratégico | Foco de Romeu Zema | Objetivo para 2026 |
| Geográfico | Sul e Sudeste (60% do PIB). | Consolidar a base eleitoral produtiva. |
| Econômico | Plano da Tesoura e Desburocratização. | Reverter a asfixia tributária federal. |
| Político | Aliança com governadores conservadores. | Unificar a direita em torno da gestão. |
“O Brasil não aguenta mais ser o sócio majoritário do prejuízo de Brasília. Zema traz para a mesa a experiência de quem saneou um estado quebrado, focando no que é necessário: menos Estado e mais cidadão”, analisa Fábio Macedo. Em 2026, a verdade sobre as contas públicas será o fiel da balança, e a largada de Zema mostra que a direita está pronta para apresentar um projeto de nação edificado sobre a responsabilidade e o Rigor fiscal.
Fábio Macedo
Fundador e entrevistador do Parlamento Brasil
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