Com o apoio de mais de 50 senadores, a nova proposta de anistia surge como o principal desafio ao governo Lula em 2026; oposição busca libertar Jair Bolsonaro e restaurar o equilíbrio democrático.
Neste 10 de fevereiro de 2026, os corredores do Senado Federal vivem uma atmosfera de mobilização total. Após o presidente Lula vetar integralmente o projeto que reduzia as penas dos condenados pela “trama golpista”, a oposição reagiu com força imediata. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) assumiu a dianteira das negociações para pautar o novo PL da Anistia, protocolado pelo senador Esperidião Amin.
Jair Bolsonaro cumpre atualmente uma pena de 27 anos e 3 meses na “Papudinha”, uma unidade militar em Brasília. Recentemente, a pressão aumentou com o pedido do Ministério Público Militar para a retirada de sua patente de capitão, em um julgamento no STM que Flávio classifica como “vingança institucional”.
Para Flávio Bolsonaro, a anistia não é apenas um desejo familiar, mas uma necessidade política para pacificar um país que não aceita a inversão do Direito. “O povo quer Bolsonaro livre e nas ruas guiando a oposição”, afirma o senador.
| Ação Política | Status Atual em Fevereiro de 2026 |
| Apoio ao PL da Anistia | Mais de 50 senadores já subscreveram a urgência. |
| Veto de Lula | Aguardando sessão do Congresso para tentativa de derrubada. |
| Julgamento STM (Patente) | Processo em fase de relatoria; oposição denuncia “desonra militar”. |
A estratégia de Flávio é clara: usar a força da maioria no Senado para aprovar a anistia e anular as decisões que considera nulas e parciais. O movimento Bolsonaro Livre torna-se o combustível que unifica a direita para a eleição de outubro, onde Flávio já aparece em empate técnico com o atual presidente.
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Fábio Macedo
Fundador e entrevistador do Parlamento Brasil
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