Apesar do clamor popular por anistia e justiça equilibrada, a pauta que limita a subjetividade em condenações políticas continua sem data para ser votada, gerando revolta na oposição.
Nesta segunda-feira, 2 de março de 2026, o Parlamento Brasil analisa a inércia legislativa que sucede a histórica manifestação de ontem. O veto presidencial à dosimetria das penas tornou-se o “calcanhar de Aquiles” da pacificação nacional. Sem a derrubada deste veto, o Judiciário mantém um poder desproporcional para definir sentenças, muitas vezes ignorando os limites técnicos da lei para atingir alvos políticos.
Enquanto o senador Flávio Bolsonaro, líder nas pesquisas com 41,4%, defende que a anistia e a revisão de penas abusivas são o único caminho para a paz, a atual gestão do Congresso parece preferir o adiamento estratégico, evitando o confronto direto com o sistema que sustenta as perseguições atuais.
| A Voz das Ruas (Paulista 01/03) | O Jogo Político (Brasília) |
| Exigência de análise imediata do veto. | Pauta travada e sem previsão oficial. |
| Clamor por justiça técnica e imparcial. | Manutenção da subjetividade nas sentenças. |
| Apoio ao projeto de libertação da Direita. | Gestão focada na “sobrevivência” institucional. |
“O brasileiro que foi à rua ontem não quer privilégios, quer apenas que a lei seja aplicada de forma igual para todos. Travar a análise da dosimetria é manter o país sob um regime de medo e incerteza”, analisa Fábio Macedo.
Fábio Macedo
Fundador e entrevistador do Parlamento Brasil
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