A deputada federal pelo Rio de Janeiro lidera a maior reformulação das leis eleitorais das últimas décadas, focando na transparência e no fim das desigualdades de recursos entre gêneros.
O Parlamento Brasil analisa o impacto da relatoria e autoria de Soraya Santos (PL-RJ) no Novo Código Eleitoral. Em um ano decisivo para a retomada do país, a lei busca sanar as brechas que permitiam o uso indevido de cotas e garantir que a mulher conservadora tenha a estrutura necessária para competir em igualdade.
O texto, que já é considerado um “divisor de águas”, unifica resoluções esparsas do TSE e traz segurança jurídica para as eleições de outubro. Para a bancada do PL, este é o caminho para evitar que a “justiça seletiva” interfira na vontade do eleitor.
| Pilar do Novo Código | O Que Muda na Prática | Impacto em 2026 |
| Financiamento Feminino | Auditoria rígida sobre o repasse de verba partidária. | Candidaturas femininas mais competitivas. |
| Segurança Jurídica | Simplificação das regras de prestação de contas. | Menos candidatos barrados por burocracia. |
| Combate a Fraudes | Fim das “candidatas laranjas” com punições severas. | Valorização da mulher que realmente trabalha. |
Soraya Santos reforça que o Novo Código não é apenas sobre números, mas sobre a qualidade da representação. Alinhada ao crescimento de Flávio Bolsonaro (41,4%) e ao trabalho de base de Michelle Bolsonaro, a deputada entrega uma ferramenta que permitirá à direita ocupar ainda mais espaços no Congresso e nas Assembleias.
“O Brasil de 2026 precisa de ordem até no processo eleitoral. Soraya Santos deu ao país o código que faltava para termos eleições limpas e com as mulheres no comando”, analisa Fábio Macedo.
Fábio Macedo
Fundador e entrevistador do Parlamento Brasil
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