Em depoimento oficial, proprietários defendem a regularidade da estrutura física do estabelecimento e apontam erro humano em serviço terceirizado como causa da tragédia na piscina.
Nesta sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026, a Polícia Civil de São Paulo deu seguimento às oitivas sobre o acidente que chocou a capital: a queda de um veículo dentro da piscina de uma academia, resultando na morte de um aluno. Os sócios-proprietários da unidade compareceram à delegacia para prestar esclarecimentos e apresentaram sua linha de defesa.
De acordo com os representantes legais da academia, o prédio possuía todos os itens de segurança exigidos e as vistorias técnicas estavam rigorosamente em dia. A defesa sustenta que o evento foi um “caso isolado de erro humano” por parte do manobrista que operava o serviço de valet terceirizado no momento da manobra.
O caso reacende o debate sobre a resistência de fachadas de vidro em locais de grande circulação próximos a áreas de estacionamento. A perícia técnica agora analisa se houve negligência na manutenção ou se a força do impacto foi superior a qualquer barreira de proteção exigida por lei.
| Ponto de Análise | Situação Atual |
| Causa Primária | Veículo atravessou parede de vidro e caiu na piscina. |
| Defesa da Academia | Culpa exclusiva do serviço de valet/manobrista. |
| Status Jurídico | Inquérito por homicídio culposo em andamento. |
O Parlamento Brasil seguirá monitorando os laudos periciais para garantir que a transparência e a justiça prevaleçam para a família da vítima.
Fábio Macedo
Fundador e entrevistador do Parlamento Brasil
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