Após análise técnica, Ministério Público Federal conclui que denúncias anônimas contra o ex-presidente e sua família careciam de provas e eram puramente genéricas.
Nesta quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026, a justiça brasileira deu um passo importante para o fim das perseguições políticas. O Ministério Público Federal (MPF) decidiu pelo arquivamento de um procedimento que investigava o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus familiares por supostos crimes de genocídio durante a pandemia, corrupção e até envolvimento com milícias.
A decisão foi baseada na total ausência de elementos que sustentassem a denúncia, que chegou ao órgão de forma anônima no ano passado. No despacho de arquivamento, o MPF foi enfático ao afirmar que as informações apresentadas eram desprovidas de qualquer base documental mínima.
“Não subsiste motivo para a instauração de persecução penal em razão dos fatos, tendo em vista que as informações apresentadas são inespecíficas e genéricas”, diz o documento do MPF.
Para o Parlamento Brasil, esse arquivamento é um duro golpe nos marqueteiros do atual governo, que ainda tentam usar a pandemia como arma eleitoral para 2026. Com a ascensão de Flávio Bolsonaro nas pesquisas, a queda dessas narrativas jurídicas limpa o caminho para um debate focado em gestão e futuro.
| Ponto da Denúncia | Conclusão do MPF | Status |
| Genocídio na Pandemia | Acusação genérica e sem prova. | Arquivado |
| Corrupção e Milícias | Falta de subsídio documental. | Arquivado |
| Uso da Abin e “Rachadinhas” | Alegações abrangentes sem indícios. | Arquivado |
Este é mais um inquérito que se junta a outros tantos arquivados recentemente, provando que o cerco jurídico contra o clã Bolsonaro tem se baseado muito mais em política do que em direito.
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Fábio Macedo
Fundador e entrevistador do Parlamento Brasil
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