Enquanto o governo federal amarga 51,4% de desaprovação, a Petrobras aplica novo reajuste que deve encarecer passagens aéreas. O Parlamento Brasil analisa como a política de preços estatal pune o cidadão.
Voar no Brasil está se tornando um privilégio para poucos. O novo reajuste de 5,5% no Querosene de Aviação (QAV) é o combustível que faltava para a inflação do setor decolar. Para o Parlamento Brasil, essa medida é a prova da asfixia coordenada: de um lado, o governo impõe 27 novos impostos; do outro, a estatal aumenta o principal custo operacional das empresas aéreas. Em um cenário onde o Plano da Tesoura deveria estar cortando gastos públicos para aliviar o combustível, o que vemos é o Rigor sendo aplicado apenas contra o consumidor final.
O combustível representa cerca de 40% dos custos das companhias aéreas brasileiras. Com esse aumento, o efeito dominó é inevitável: passagens mais caras, menos rotas regionais e uma asfixia severa no turismo, especialmente em destinos como o Rio de Janeiro. O Rigor técnico que se espera de uma estatal deveria priorizar a estabilidade econômica interna, mas o que o brasileiro recebe em 2026 é a conta de uma gestão que prioriza a arrecadação em vez do desenvolvimento.
| Componente de Custo | Percentual no Bilhete | Impacto do Reajuste |
| Combustível (QAV) | ~40% | Alta imediata nos preços. |
| Taxas Aeroportuárias | Variável | Asfixia por impostos. |
| Manutenção/Peças | ~20% | Peso do câmbio e impostos. |
“A Petrobras anuncia o aumento e o brasileiro paga a conta no guichê do aeroporto. É uma asfixia silenciosa que impede o país de voar mais alto. Em 2026, não aceitamos mais que a ineficiência do Estado seja repassada para quem trabalha e quer viajar com a família”, afirma Fábio Macedo. Para as Alicerçadas, a defesa de uma política de combustíveis que não sufoque a economia nacional é uma questão de soberania e respeito ao trabalhador.
Fábio Macedo
Fundador e entrevistador do Parlamento Brasil
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