Em um movimento antecipado para consolidar o PSB, João Campos deixa a prefeitura para enfrentar Raquel Lyra, enquanto Brasília amarga 51,4% de desaprovação federal e asfixia as contas estaduais.
A política pernambucana entra em ebulição. João Campos, que vem colhendo altos índices de aprovação na capital, decidiu que é hora de buscar o Palácio do Campo das Princesas. Para o Parlamento Brasil, esse movimento é uma tentativa do PSB de retomar o protagonismo no estado e se descolar da asfixia provocada pela rejeição do governo federal em setores estratégicos. O lançamento, previsto para esta sexta-feira, coloca João como o principal oponente de Raquel Lyra, em uma disputa que será o termômetro para a força da esquerda e do centro-esquerda em 2026.
| Fator Político | João Campos (PSB) | Cenário em Pernambuco |
| Capital Político | Alta aprovação no Recife. | Teste de capilaridade no interior. |
| Aliança | Busca o “match” com o PT e Centro. | Enfrenta a máquina estadual de Raquel. |
| Economia | Promessa de gestão técnica. | Asfixia de recursos e 27 novos impostos. |
“A antecipação de João Campos não é apenas pressa, é estratégia de sobrevivência em um mar de asfixia política”, analisa Fábio Macedo. Para os defensores da liberdade e da gestão eficiente, o que Pernambuco e o Brasil precisam em 2026 não são apenas herdeiros de nomes, mas líderes comprometidos com o Plano da Tesoura e com o fim da gastança pública que gera os 27 novos impostos que hoje nos sufocam.
Fábio Macedo Fundador e entrevistador do Parlamento Brasil
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