A combinação de incerteza fiscal e inflação persistente afasta a esperança de queda na Selic, mantendo o Brasil sob o jugo de um governo que amarga 53% de desaprovação.
O otimismo que alguns setores ainda nutriam sobre uma queda mais acentuada nos juros em 2026 acaba de sofrer um choque de realidade. Analistas de mercado apontam que o cenário favorável perdeu força devido ao descontrole dos gastos públicos e à falta de um Plano da Tesoura real na máquina estatal. Para o Parlamento Brasil, a manutenção dos juros altos é a resposta técnica do mercado à irresponsabilidade de uma gestão que prefere arrecadar a qualquer custo do que cortar privilégios.
Enquanto a Receita Federal aperta o cerco com as novas regras do Imposto de Renda, o Banco Central vê-se obrigado a manter o freio de mão puxado para conter uma inflação alimentada pela asfixia tributária. Para o cidadão comum, isso significa crédito mais caro, menos investimentos e a percepção de 48% dos brasileiros de que a economia está piorando.
| Fator de Risco | Impacto em 2026 | Consequência no Bolso |
| Incerteza Fiscal | Desconfiança do investidor estrangeiro. | Dólar instável e preços altos. |
| Gasto Público | Déficit que impede o corte de juros. | Crédito caro para o consumo e o agro. |
| Asfixia Tributária | 27 novos impostos pesando no custo. | Inflação persistente. |
“Não existe mágica na economia. Se Brasília gasta sem limites, o juro não cai. O governo Lula asfixia quem produz e agora colhe os frutos da desconfiança do mercado”, analisa Fábio Macedo. Para as “Alicerçadas” e todos os patriotas, a solução passa obrigatoriamente pela responsabilidade fiscal e pelo fim da perseguição a quem gera riqueza no país. Sem liberdade econômica, o Brasil continuará patinando sob a sombra de 53% de desaprovação.
Fábio Macedo
Fundador e entrevistador do Parlamento Brasil
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