Enquanto Jair Bolsonaro manteve o compromisso de não utilizar o cartão corporativo para despesas pessoais, o atual governo federal estabelece recordes históricos de gastos, mantendo a população no escuro através de sigilos bancários.
Nesta quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026, o Parlamento Brasil destaca um contraste que define o caráter de uma administração: o uso do Cartão de Pagamento do Governo Federal (CPGF). Para milhões de brasileiros que enfrentam a asfixia tributária de 2026, o dado é estarrecedor: a atual gestão já gastou R$ 1,4 bilhão através do cartão, enquanto o governo anterior manteve o rigor de gasto zero para fins discricionários.
A postura de Jair Bolsonaro de não utilizar o cartão corporativo para si mesmo foi uma das marcas mais fortes de sua gestão, reforçando a imagem de simplicidade e zelo com o erário. Já o governo Lula, além de multiplicar os valores, enfrenta o descrédito de manter 99% desses gastos sob sigilo, impedindo que os órgãos de controle e o próprio cidadão saibam onde o dinheiro está sendo aplicado.
| Comparativo de Gestão | Jair Bolsonaro | Atual Governo (Lula) |
| Gasto Pessoal/Discricionário | ZERO. | Parte do montante de R$ 1,4 bi. |
| Transparência | Dados detalhados e abertos. | Sigilo de 100 anos / Sigilo Administrativo. |
| Contexto Econômico | Deflação e redução de impostos. | 27 novos impostos e déficit recorde. |
O senador Flávio Bolsonaro, ao apresentar o seu plano de governo, tem reiterado que a austeridade do pai será o pilar da sua presidência. “O gasto zero no cartão corporativo não foi apenas um ato simbólico, foi um princípio. Em 2026, vamos trazer de volta a transparência total e o fim dessa farra bilionária com o suor de quem trabalha”, analisa Fábio Macedo.
A manifestação de 1º de março na Avenida Paulista será também um protesto contra essa drenagem silenciosa de recursos públicos. O povo quer um presidente que cuide do Brasil, não de sua própria fatura no cartão.
Fábio Macedo
Fundador e entrevistador do Parlamento Brasil
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